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» Conceito |
Este veículos tem como fonte de energia
a energia eléctrica produzida por uma pilha
de combustível.
Os veículos a células de combustível
são veículos eléctricos na
mesma, independentemente da tecnologia utilizada
nas pilhas de hidrogénio bem como na extracção
deste a partir do combustível utilizado.
Estes veículos funcionam a hidrogénio
puro e produzem electricidade, com a emissão
de vapor de água, para fazer mover o veículo.
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» Tecnologia |
As pilhas de combustível são sistemas
electroquímicos que convertem a energia de uma
reacção química directamente em
energia eléctrica, libertando calor. Funcionam
como as baterias primárias, mas tanto o combustível
como o oxidante são armazenados externamente,
permitindo que a pilha continue a operar desde que o
combustível e o oxidante (oxigénio ou
ar) sejam fornecidos. Cada pilha consiste num electrólito
entre dois eléctrodos (o ânodo e o cátodo).
O combustível é oxidado no ânodo,
libertando electrões que se deslocam através
de um circuito externo para o cátodo. O circuito
é completado através de um fluxo de iões
através de um electrólito, separando o
combustível e o oxidante. Tipicamente verifica-se
uma tensão de saída de 0.7~0.8 V, com
potências de saída na ordem dos 100 W.
As células são montadas em módulos
– stacks – e ligadas electricamente tanto
em série como em paralelo para aumentar a tensão
e potência de saída. Além do stack,
os outros componentes principais são o processador
do combustível e o limitador de potência.
O processador converte gás natural, metanol,
gasolina, biogás num combustível rico
em hidrogénio. O electrólito classifica
os tipos de pilhas de combustível existentes:
PEFC – Polymer Fuel Cell (pilha de polímero),
AFC – Alkaline Fuel Cell (pilha alcalina), etc.
Tendo cada tipo uma temperatura característica
de operação, bem como obviamente um espectro
de utilização diferente.
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» Vantagens |
- Poluição local 0
- Redução do ruído
- Menores custos de manutenção |
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» Desvantagens |
O hidrogénio como combustível do futuro
para os veículos tem sido veiculado pelos media
e pelos grandes construtores, mas existem vários
problemas de ordem técnica, antes de podermos
ter esse cenário:
- produção de hidrogénio: os combustíveis
fósseis não podem ser a solução
e para que as renováveis o sejam, necessitamos
de mais investimentos.
- armazenamento do hidrogénio: os - 250º
C a que o hidrogénio tem de estar para ser líquido
levanta grandes dificuldades no seu armazenamento nos
veículos.
- distribuição do hidrogénio: não
há bombas de hidrogénio em quantidade
suficiente, nem sequer um conceito standard ainda.
Os protótipos de veículos a células
de combustível sucedem-se, frotas para empresas
públicas e privadas estão já em
testes, autocarros circulam já nas cidades europeias,
norte-americanas e japonesas. O problema é o
combustível inicial!
Recentemente começou-se a tentar usar hidrogénio
nos motores de combustão interna – integralmente
ou em misturas com gás natural comprimido. As
vantagens são: a diminuição das
emissões, aumento da vida do motor, não
necessitam de aquecimento e são muito mais eficientes
– até 25% mais. Por outro lado o facto
do hidrogénio poder vir misturado com gás
natural deixa a porta aberta para poderem ser utilizadas
as bombas de gás (GPL) já existentes.
No entanto a questão da obtenção
do hidrogénio tem de ser resolvido.
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